O Panteão atual foi construído sob o imperador Adriano, concluído por volta de 125 d.C., no lugar de um templo anterior erguido por Marco Agripa na época de Augusto. Adriano manteve no novo edifício a inscrição original de Agripa na fachada. O nome vem do grego e significa "templo de todos os deuses".
A estrutura é conhecida sobretudo por sua cúpula de concreto romano, a maior não armada já construída, com altura e diâmetro internos iguais a 43,3 metros — de modo que uma esfera desse diâmetro caberia exatamente dentro do espaço. No topo, um óculo de cerca de nove metros de diâmetro é a única fonte de luz natural do interior, funcionando também como ventilação.
Desde 609 d.C., o edifício é uma igreja católica, o que ajudou a preservá-lo praticamente intacto ao longo dos séculos. Tornou-se referência para arquitetos do Renascimento em diante, influenciando desde a cúpula de Brunelleschi na Catedral de Florença até prédios governamentais e universitários pelo mundo.
Leituras do Cosmos da Filosofia — aproximações com os filósofos, não a intenção declarada dos criadores.