Cosmos da Filosofia
Microfone antigo de palco sob um único foco de luz em um clube vazio

Frank Sinatra · 1969

My Way

O balanço de alguém que, no fim da vida, diz ter vivido do próprio jeito.

ExistênciaLiberdadeEudaimonia

Sobre a música

Nasceu da canção francesa “Comme d'habitude” (1967), de Jacques Revaux, Gilles Thibaut e Claude François, sobre a rotina de um relacionamento que acaba.

Paul Anka escreveu a versão em inglês com outro sentido: um homem perto do fim da vida que afirma ter vivido segundo as próprias escolhas. Frank Sinatra a gravou em dezembro de 1968, e ela saiu no álbum My Way, em 1969.

Curiosamente, a filha de Sinatra, Tina, contou que ele não gostava da canção e a achava autoindulgente. No Reino Unido, ela foi por anos a música mais tocada em funerais.

Por que ela é filosófica

Leituras do Cosmos da Filosofia — aproximações com os filósofos, não a intenção declarada dos artistas.

Nietzsche: tornar-se o que se é

O subtítulo de Ecce Homo, a autobiografia de Nietzsche, é Como alguém se torna o que é. A canção celebra essa ideia — criar os próprios valores em vez de seguir os herdados — mas o próprio Sinatra desconfiava de sua vaidade.

A letra

A letra não é reproduzida aqui porque é protegida por direitos autorais. Leia na íntegra e ouça a gravação nos links abaixo — depois, volte e compare com as leituras acima.

Fontes consultadas