William Ernest Henley escreveu o poema em 1875, enquanto se recuperava em um hospital de Edimburgo. Aos dezesseis anos ele já havia perdido a perna esquerda, abaixo do joelho, por complicações de tuberculose óssea; anos depois, diante do risco de perder também a outra perna, buscou o cirurgião Joseph Lister, que conseguiu salvá-la após várias intervenções.
O poema foi publicado sem título na coletânea Book of Verses, de 1888. O título 'Invictus' ('invicto', em latim) só foi acrescentado em 1900, pelo editor Arthur Quiller-Couch, ao incluir os versos em sua antologia Oxford Book of English Verse.
Em quatro estrofes curtas, o poema defende que, por piores que sejam as circunstâncias externas, a pessoa continua no comando da própria vida interior — ideia que virou um dos lemas mais citados sobre resistência pessoal. Nelson Mandela recitava os versos durante os anos de prisão em Robben Island, e o poema deu nome ao filme Invictus, de 2009.
Leituras do Cosmos da Filosofia — aproximações com os filósofos, não a intenção declarada dos criadores.