“Le avventure di Pinocchio” foi publicado em folhetim no Giornale per i bambini a partir de 7 de julho de 1881, com continuação até janeiro de 1883, e depois reunido em livro em fevereiro de 1883, na Itália, por Carlo Collodi, pseudônimo de Carlo Lorenzini.
A versão em folhetim terminava de modo bem mais sombrio, com o boneco enforcado por seus próprios erros, mas o autor decidiu estender a história a pedido dos leitores, dando-lhe um desfecho de redenção no qual Pinóquio, depois de muitas provações, finalmente se torna um menino de verdade.
Estudiosos destacam o nariz que cresce a cada mentira, a transformação do boneco em humano por meio do crescimento moral e da educação, o Grilo Falante como figura de consciência, e a valorização da obediência, do trabalho e do estudo. O filósofo Benedetto Croce considerou a obra uma das maiores da literatura italiana; já foi traduzida para cerca de 260 línguas.
Leituras do Cosmos da Filosofia — aproximações com os filósofos, não a intenção declarada dos criadores. Contém spoilers.