Graphic novel de edição única publicada pela DC Comics em março de 1988, com 48 páginas em formato de luxo. O roteiro é de Alan Moore, a arte de Brian Bolland e as cores originais de John Higgins. Ganhou o prêmio Eisner de melhor álbum em 1989 e costuma aparecer entre as maiores histórias do Batman.
A trama alterna dois tempos. No passado, conta uma possível origem do Coringa: um homem de família e comediante fracassado que enlouquece depois de um dia ruim. No presente, o Coringa atira em Barbara Gordon, que fica paraplégica, e tenta enlouquecer o comissário Gordon, para provar que basta um dia ruim para levar um homem comum à loucura.
Moore explora a ideia de que Batman e Coringa são imagens espelhadas, duas respostas opostas a uma tragédia. O final ambíguo ainda divide os leitores. O próprio Moore se disse depois insatisfeito com a obra, que considerou sem grande importância humana. A paralisia de Barbara Gordon deu origem, em outras revistas, à personagem Oráculo.
Leituras do Cosmos da Filosofia — aproximações com os filósofos, não a intenção declarada dos criadores. Contém spoilers.