Filosofia na cultura
Os mitos que os filósofos usaram — e reescreveram — para pensar.
12 resultados
Mitologia grega · séc. VIII a.C. – séc. II d.C.
Condenado a rolar uma pedra montanha acima para sempre — símbolo, para Camus, do trabalho sem sentido.
Mitologia grega · séc. VIII–V a.C.
Roubou o fogo dos deuses para dar aos homens — e pagou com um castigo sem fim.
Mitologia grega · séc. VIII–VII a.C.
A primeira mulher abre um jarro proibido e liberta todos os males do mundo — menos a esperança.
Mitologia grega · séc. I a.C. – séc. II d.C.
Um rapaz indiferente a todo amor se apaixona pelo próprio reflexo n'água e não consegue mais se afastar dele.
Mitologia grega · séc. IV a.C. – séc. I d.C.
Desce ao mundo dos mortos para trazer a amada de volta — e a perde de novo ao olhar para trás.
Foge de uma prisão voando com asas de cera — e morre por não respeitar a medida entre o alto e o baixo.
Mitologia grega · séc. V a.C. – séc. I d.C.
Pede que tudo o que tocar vire ouro — e quase morre de fome quando o desejo se realiza.
Mitologia grega · séc. VIII – V a.C.
Preso entre água e frutos que sempre recuam do alcance — fome e sede que nunca se satisfazem.
Mitologia grega · séc. VIII a.C.
Amarra-se ao mastro para poder ouvir o canto mortal das sereias sem se atirar ao mar.
Três irmãs fiam, medem e cortam o fio da vida de cada mortal — e nem Zeus escapa do que elas decidem.
Mitologia grega · séc. V–IV a.C.
Um pastor acha um anel que o torna invisível — e Platão pergunta se alguém continuaria justo sem medo de ser flagrado.
Mitologia suméria e acádia · c. 2100 a.C. – séc. VII a.C.
Um rei tenta driblar a morte depois de perder o melhor amigo — e aprende que a imortalidade não é para os homens.